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Max Peters, CEO da Adapta, sobre construir agentes de IA para PMEs brasileiras
Entrevista da Sacra, casa de análise americana, com Max Peters sobre o modelo da Adapta, a base de assinantes e a estratégia de agentes de IA para PMEs.

RESUMO DA REDAÇÃO
Max Peters, cofundador e CEO da Adapta, foi entrevistado por Jan-Erik Asplund na Sacra, casa de análise americana que cobre empresas de software de capital fechado, em publicação de 11 de maio de 2026, em inglês.
Na conversa, Peters argumenta que pequenas e médias empresas vão adotar agentes de IA antes das grandes corporações — têm menos a perder com riscos de conformidade e mais a ganhar em produtividade — e que o Brasil, décima economia do mundo, com uso intenso de WhatsApp e um dos três maiores públicos do ChatGPT, é um dos melhores mercados para essa adoção.
A Sacra situa a Adapta na categoria dos AI workspaces multimodelo, ao lado da americana Glean e da alemã Langdock, com a tese de acesso agnóstico aos principais modelos numa assinatura única. Peters compara a estratégia da empresa ao playbook da HubSpot: criar a categoria via educação — cursos, eventos e certificações — em vez de competir apenas por produto. A entrevista também cobre margens brutas, o roteador próprio entre modelos e a base de usuários, que abrange 4.200 funções profissionais diferentes.
A entrevista completa está disponível gratuitamente no site da Sacra, em inglês.
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CONTEXTO
É a leitura que apresenta a Adapta ao público investidor internacional — a empresa analisada como software, ao lado de Glean e Langdock.
SOBRE A ADAPTA
A Adapta é uma plataforma brasileira de inteligência artificial para pequenas e médias empresas, fundada em 2023 por Max Peters. Reúne múltiplos modelos de IA em uma assinatura única e, em março de 2026, adquiriu a Skip, plataforma de criação de software por IA.


